Começou básico: lembro dos meus pais e choro.
E assim segue: o efeito aumenta, eu choro mais.
Eu choro até perceber meu cérebro dizer: você precisa respirar.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
Quanto tempo eu fiquei sem respirar? Eu me entrego tanto ao choro que me esqueço de respirar.
E não é nem o instinto reflexo do meu corpo que me salva, e sim minha mente que me diz: respira
Eu choro muito; eu choro TUDO que cabe no tempo que eu consigo ficar sem respirar.
Eu não consigo ser feliz assim, e eu não quero que as coisas continuem assim, eu quero que todos fiquem felizes e bem, eu quero igualdade e justiça; eu não consigo ser feliz com as pessoas que morrem de fome, com as guerras, gente inocente morrendo, crianças sendo abusadas, eu não consigo ser feliz com aquele cachorro abandonado na rua, quem dirá multiplicado por todos os cães sem donos, maltratados mundo afora. Eu não consigo. Será que um dia eu vou ser feliz? Eu não consigo.
Eu não consigo nem querer ser feliz com a consciência de que são roubados milhões todos os dias, descaradamente enganando uma nação inteira, e permitindo que a violência e as condições de educação e saúde continuem péssimas.
Tá errado. Não é assim. Não é normal
Estou com o corpo contraído de dor pelo mundo, escorrendo pelos meus olhos, interrompendo minha respiração
Tomara que Deus exista.
- Kenny! Respira!
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. respirar.
- Kenny, relaxa é importante .... bla bla... blablabk....... bla
Moça, não vai.
Fica aqui perto de mim
só mais um pouco
por favor
fica
aqui
(me faz um carinho).
Fica perto de mim
só mais um pouquinho
pra sempre.
Eu choro nas palmas das minhas mãos, e meu Deus! Quanta tristeza! Quanta tristeza dentro de mim, todas elas, de cada dia que eu ignoro, em cada dia da minha vida. Eu estou boiando na superfície desse mar de tristeza e já parece muito mais do que eu posso aguentar, e eu sei que tem muito mais em profundidade e vastidão. Esse mar dentro dessa caixa, no lugar mais distante do meu subconsciente, abandonado por esquecimentos forçados; eu escolhi esquecer, mas ainda resta mágoa, tristeza.
Porque tanta briga? Porque tanto grito? Era tão triste quando eles iam trabalhar e me deixavam sozinha, eu ficava muito tempo chorando. Era tão triste não ter ninguém pra brincar. Eu tinha tanto brinquedo e me sentia tão sozinha. Eu me sentia tão burra na escola. Eu sentia tanto medo de ficar sozinha. Era tão triste. Porque assim?
respira. respira.
Porque eu não reagi como as outras crianças? Porque esse monstro invisível sempre me acompanhou com o peso da tristeza?
Se eu pudesse tocar no fundo da alma de qualquer pessoa do mundo, se eu pudesse ser ouvida e meu desejo se tornasse verdadeiro; qualquer pessoa do mundo que fosse, eu desejaria com toda a minha força que essa pessoa fosse feliz.
Eu quero que as pessoas sejam felizes.
Eu me sinto bem quando as pessoas estão felizes.
(porque eu...)
Já é difícel o suficiente respirar, porque eu tenho que fazer mais do que isso?
É tão difícel existir. Porque tanta coisa? Já me dá tanto trabalho levantar meu corpo, e sorrir; e eu ainda tenho que ser filha, irmã, sobrinha, afilhada, amiga, prima, bonita, inteligente, forte, tem que ir pra faculdade, tem que estudar, tem que ter um emprego, tem que comprar coisas no mercado, tem que comprar presente. Pra que tanta coisa?
Se eu me sinto tão bem o suficiente deitada de manhã na minha cama, com minha colcha macia me abraçando e só.
Simone.
respira.
E esse corpo? E esse mundo? E esse lugar?
Eu não sou isso, eu não sou daqui. Issto é loucura.
Mas o que é normal?
Viver como formigas para trabalhar e comprar, é normal?
Fazer coisas que não gosta para comprar coisas que não se precisa, é normal?
A palavra é agonia.
Agonia, aflição, angústia.
Eu não quero.
Ninguém entende.
Eu quero minha família.
Eu vou voltar pra Caxias.
Meu maninho.
Pai, tu quer que eu volte?
Eu vou ser melhor.
Eu quero ser melhor.
A gente se ajuda.
Eu quero que vocês sejam felizes.
Eu preciso que vocês sejam felizes par mim ser feliz.
Tia Rose.
Chama a Márcia.
A Márcia me entendia.
Eu gostava tanto da Márcia e ela fugiu.
Porque Márcia?
Eu precisava de ti.
E eu gostava tanto dele.
MEU DEUS
COMO EU GOSTAVA DELE
Como ele conseguiu fazer isso comigo?
Como eu gostava tanto dele?
COMO?
MEU DEUS!
ELE.
ELE.
.
Ele não gosta de mim
E nunca vai gostar.
Dói TANTO.
(eu sei que preciso superar, mas na verdade parece que eu nunca vou conseguir, finjo que esqueço)
Que frio.
Porque tão frio?
Mundo gelado. Mundo malvado.
Me ajuda.
Eu não consigo explicar.
As palavras são muito pequenas.
Os conceitos são muito vagos.
Estou deitada.
Permanço deitada com o tempo.
As coisas não parecem mais tão ruins.
Eu vou dar um jeito.
Eu vou conseguir.
Me abraça.
.
.
.
.
Amanhã eu vou ser aquela mesma menina.
Fazendo as mesmas coisas, indo nos mesmo lugares.
Me esforçando pra sorrir, tentando me esconder.
Eu gosto de preto ou eu me escondo?
domingo, 26 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Talking about procrastination
Muito se fala sobre procrastinação, acredito que por ser uma palavra tão rebuscada que na verdade designa algo tão vulgar e banal. Afinal quem não deixa para amanhã o que deve fazer hoje? Quem não deixa pra fazer depois o que deve se fazer agora? Quem nunca deixou pro último dia, o trabalho que se teve meses ou semanas para ser feito?
Mas venho agora falar sobre isto pois sou não apenas mais uma procrastinadora como todos são ás vezes, mas sim porque sou uma profissional no assunto. Para se ter uma ideia, a primeira vez que planejei escrever este post era 2012.
E como expert no gênero, não venho lhes ensinar o que aprendi cometendo sempre o mesmo erro, ou lhes convencer a não se render a irresponsabilidade que gera o adiamento. Meu profissionalismo neste defeito só me permite me exibir do mesmo, e lhes contar minhas desventuras com a arte do deixar para depois.
Podia lhes contar qualquer uma das minhas histórias, e dar ênfase na minha destreza em estar nesta situação, nos 45 do segundo tempo, e ainda assim continuar a inventar desculpas a mim mesma de como eu ainda não estava confortável o suficiente para começar a pôr a mão na massa. Mas vou lhes contar o esqueleto genérico da procrastinação que eu costumo viver.
O desenrolar começa ao passo do estipulamento do prazo:
- com mais de uma semana: não há absolutamente nada com o que se preocupar. até os
- 7 dias antes do prazo: aceitação: ok, é necessário que eu comece a pensar em fazer o trabalho.
- 5 dias antes do prazo: amanhã eu começo a fazer o trabalho.
- 4 dias antes do prazo: esquecimento ocasional proposital.
- 3 dias antes do prazo: enganar-se: hoje estou tão cansado/triste/desmotivado.
- 2 dias antes do prazo: semi-desespero: como eu fui tão burra em deixar pra última hora? Pena que hoje eu tenho várias outras coisas pra fazer (procrastinação elevada a procrastinação)
- 1 dia antes do prazo: há duas sub possibilidades:
1 ) você decide tomar cerveja com uns amigos depois da aula/trabalho, ou fazer as compras da semana.
2 ) Você começa a fazer o trabalho e elevar procrastinação à procrastinação, isto é, mesmo fazendo o trabalho em cima do laço, continuar procrastinando, como comendo durante o trabalho, sentido muito frio, depois muito calor (trocar de roupa), sentindo agonia (PRECISO tomar banho), muita sede (e muito xixi), sono (mesmo que você tenha passado o final de semana inteiro na dormindo), insetos passam a triplicar seu nível de incômodo. Enfim, por aí vai, até você fazer 10% do trabalho e se sentir exausta. (Como eu sou profissional, confesso de depois de fazer os 10% me sinto até bem realizada e competente, conformada que "amanhã eu faço em dois toques")
- O dia: o dia chegou e mais uma vez você deixou pra última hora.
A procrastinação nível hard consiste em fazer o trabalho suando e conferindo o relógio de 15 em 15 minutos; isto é: resultado final com qualidade defasada.
A procrastinação nível expert consiste em mais uma vez elevar procrastinação à procrastinação, e por fim se conformar em entregar o trabalho com o prazo atrasado, afinal juntando todas as procrastinações de cada aula, um dia ele ficará pronto.
Mas preciso citar este fato recente que me tapou de nojo comigo mesma assim que me deparei com a cena ridícula que eu me encontrava: eu PRECISAVA ler aquele texto de antropologia, as aulas a respeito ja estavam quase acabando, talvez a do dia seguinte fosse a ultima, e eu tinha que ler aquele maldito texto.
Decidida a naquela noite ler, fiz todas as coisas do mundo antes de finalmente sentar na minha cama com todas as minhas manias em ordem, e quando estava tudo encaminhado vi que no canto da cama tinha esquecido os cabelos que me caíram depois do banho, enquanto eu os escovava, e então começei a conta-los.
Eram vinte e quatro fios de cabelo.
(e depois eu fui ler).
Mas venho agora falar sobre isto pois sou não apenas mais uma procrastinadora como todos são ás vezes, mas sim porque sou uma profissional no assunto. Para se ter uma ideia, a primeira vez que planejei escrever este post era 2012.
E como expert no gênero, não venho lhes ensinar o que aprendi cometendo sempre o mesmo erro, ou lhes convencer a não se render a irresponsabilidade que gera o adiamento. Meu profissionalismo neste defeito só me permite me exibir do mesmo, e lhes contar minhas desventuras com a arte do deixar para depois.
Podia lhes contar qualquer uma das minhas histórias, e dar ênfase na minha destreza em estar nesta situação, nos 45 do segundo tempo, e ainda assim continuar a inventar desculpas a mim mesma de como eu ainda não estava confortável o suficiente para começar a pôr a mão na massa. Mas vou lhes contar o esqueleto genérico da procrastinação que eu costumo viver.
O desenrolar começa ao passo do estipulamento do prazo:
- com mais de uma semana: não há absolutamente nada com o que se preocupar. até os
- 7 dias antes do prazo: aceitação: ok, é necessário que eu comece a pensar em fazer o trabalho.
- 5 dias antes do prazo: amanhã eu começo a fazer o trabalho.
- 4 dias antes do prazo: esquecimento ocasional proposital.
- 3 dias antes do prazo: enganar-se: hoje estou tão cansado/triste/desmotivado.
- 2 dias antes do prazo: semi-desespero: como eu fui tão burra em deixar pra última hora? Pena que hoje eu tenho várias outras coisas pra fazer (procrastinação elevada a procrastinação)
- 1 dia antes do prazo: há duas sub possibilidades:
1 ) você decide tomar cerveja com uns amigos depois da aula/trabalho, ou fazer as compras da semana.
2 ) Você começa a fazer o trabalho e elevar procrastinação à procrastinação, isto é, mesmo fazendo o trabalho em cima do laço, continuar procrastinando, como comendo durante o trabalho, sentido muito frio, depois muito calor (trocar de roupa), sentindo agonia (PRECISO tomar banho), muita sede (e muito xixi), sono (mesmo que você tenha passado o final de semana inteiro na dormindo), insetos passam a triplicar seu nível de incômodo. Enfim, por aí vai, até você fazer 10% do trabalho e se sentir exausta. (Como eu sou profissional, confesso de depois de fazer os 10% me sinto até bem realizada e competente, conformada que "amanhã eu faço em dois toques")
- O dia: o dia chegou e mais uma vez você deixou pra última hora.
A procrastinação nível hard consiste em fazer o trabalho suando e conferindo o relógio de 15 em 15 minutos; isto é: resultado final com qualidade defasada.
A procrastinação nível expert consiste em mais uma vez elevar procrastinação à procrastinação, e por fim se conformar em entregar o trabalho com o prazo atrasado, afinal juntando todas as procrastinações de cada aula, um dia ele ficará pronto.
Mas preciso citar este fato recente que me tapou de nojo comigo mesma assim que me deparei com a cena ridícula que eu me encontrava: eu PRECISAVA ler aquele texto de antropologia, as aulas a respeito ja estavam quase acabando, talvez a do dia seguinte fosse a ultima, e eu tinha que ler aquele maldito texto.
Decidida a naquela noite ler, fiz todas as coisas do mundo antes de finalmente sentar na minha cama com todas as minhas manias em ordem, e quando estava tudo encaminhado vi que no canto da cama tinha esquecido os cabelos que me caíram depois do banho, enquanto eu os escovava, e então começei a conta-los.
Eram vinte e quatro fios de cabelo.
(e depois eu fui ler).

terça-feira, 14 de maio de 2013
No, you.
Cada vez mais eu procuro ser uma pessoa melhor, por mim, pelos outros, pela minha família e pelo mundo. Evito pensamentos ruins, evito ser mesquinha, procuro tratar todos bem, respeitar os limites, entender as diferenças, um esforço diário para fazer a minha parte por um mundo melhor. Mas eu sou humana e tenho defeitos.
E há um delírio que nem me envergonho de nutrir, e no ápice da maldade que eu admito em mim, abraço esta cena imáginária:
Um dia desses vou estar absolutamente alheia a tua existência, mas por acaso perco um pouco do controle do meu meio de transporte (pode ser bike, carro ou moto) e quase te atropelo. Não tinha te visto antes, nem como ser humano, nem como você. Nos olhamos e nos reconhecemos; eu te olho nos olhos e digo:
- Eu não vou te pedir desculpas.
Me arrumo para me afastar e finalizo:
- E nem vou te dizer tchau.
E saio.
Qualquer um pode achar que é requalque.
Ninguém sabe o que eu sofri.
Pronto. Estou pronta pra nunca mais tocar em qualquer assunto que envolva teu nome.
E há um delírio que nem me envergonho de nutrir, e no ápice da maldade que eu admito em mim, abraço esta cena imáginária:
Um dia desses vou estar absolutamente alheia a tua existência, mas por acaso perco um pouco do controle do meu meio de transporte (pode ser bike, carro ou moto) e quase te atropelo. Não tinha te visto antes, nem como ser humano, nem como você. Nos olhamos e nos reconhecemos; eu te olho nos olhos e digo:
- Eu não vou te pedir desculpas.
Me arrumo para me afastar e finalizo:
- E nem vou te dizer tchau.
E saio.
Qualquer um pode achar que é requalque.
Ninguém sabe o que eu sofri.
Pronto. Estou pronta pra nunca mais tocar em qualquer assunto que envolva teu nome.
I think that life's too short for this
Want back my ignorance and bliss
I think I've had enough of this.
(vai ser feliz longe de mim)
domingo, 5 de maio de 2013
Sweet Child Of Mine
Fui filha única por 20 anos.
Filha única SEMPRE desesperada por mudar isso, mas como isso não dependia só da minha vontade, fiz de tudo ao meu alcance, além de pedir e espernear para meus pais, pedi para Deus, para estrela cadente, pro bolo de aniversário, e qualquer gênio imaginário que cruzasse meu caminho. E sempre me apegando demais e dando muito valor pra meia duzia que eu chamei de amigos de verdade.
Bom, meu irmão veio tão em tempo quanto a minha vontade. Sim, vamos jogar futebol no pátio, apostar corrida, brincar no parquinho, assistir desenhos, passear no parque, e comer picolé. Vou aprender histórias de terror (ou inventar) pra contar pra ele; depois vou ensinar ele a olhar o céu, e mostrar o que é bom de se ouvir. Sinto, ás vezes com lágrimas nos olhos, a vontade mais pura de ser a melhor irmã do mundo.
Mas o que eu mais quero, é que ele seja o máximo feliz que cabe em uma pessoa.
Isso porque com ele senti esse modelo único de amor. Esse modelo lindo, e até então ausente na minha vida.
As pessoas que tem irmãos, se gostam ou reclamam; são poucos os casos que eu vejo que estas pessoas enxergam a beleza dessa relação intrínseca de amizade pura, e a sorte que estes têm.
Hoje o Erick tem 5 meses; o irmão que no meu âmago eu esperei cada dia da minha vida; e eu sinto que a 5 meses atrás eu nasci junto, mais uma vez, e melhor.
Filha única SEMPRE desesperada por mudar isso, mas como isso não dependia só da minha vontade, fiz de tudo ao meu alcance, além de pedir e espernear para meus pais, pedi para Deus, para estrela cadente, pro bolo de aniversário, e qualquer gênio imaginário que cruzasse meu caminho. E sempre me apegando demais e dando muito valor pra meia duzia que eu chamei de amigos de verdade.
Bom, meu irmão veio tão em tempo quanto a minha vontade. Sim, vamos jogar futebol no pátio, apostar corrida, brincar no parquinho, assistir desenhos, passear no parque, e comer picolé. Vou aprender histórias de terror (ou inventar) pra contar pra ele; depois vou ensinar ele a olhar o céu, e mostrar o que é bom de se ouvir. Sinto, ás vezes com lágrimas nos olhos, a vontade mais pura de ser a melhor irmã do mundo.
Mas o que eu mais quero, é que ele seja o máximo feliz que cabe em uma pessoa.
Isso porque com ele senti esse modelo único de amor. Esse modelo lindo, e até então ausente na minha vida.
As pessoas que tem irmãos, se gostam ou reclamam; são poucos os casos que eu vejo que estas pessoas enxergam a beleza dessa relação intrínseca de amizade pura, e a sorte que estes têm.
Hoje o Erick tem 5 meses; o irmão que no meu âmago eu esperei cada dia da minha vida; e eu sinto que a 5 meses atrás eu nasci junto, mais uma vez, e melhor.
Maninho sendo lindo (espcialidade dele)
Maninho sendo gordinho simpático
Maninho sendo a criança mais linda de todas as galáxias
Eu sendo mega feliz, com o maninho no colo sendo rabugento.
domingo, 21 de abril de 2013
Bolo espacial espaço sideral
Na última sexta-feira tive
Tudo pode começar com alguma coisa QUALQUER do mundo: pode ser um grão de areia, uma pessoa, ou até mesmo o planeta terra. Pegarei primeiramente o exemplo do grão de areia: imagine e veja que nesta pequena partícula de solo há muitas e muitas outras partículas minúscula e distintas nela (até então não há novidades), porém imagine e veja estas particulas além dos conhecidos átomos e afins, mas dentro disso partículas de gigantesca complexidade, como um universo inteiro lá; não com pessoas propriamente ditas, mas com todo o tipo de matéria, inclusive muita coisa inimaginável por nossas meras mentes limitadas.
E esse grão de areia, absolutamente complexo é para nós apenas um grão de areia; a situação é que aquele grão de areia é apenas UM grão de zilhões; e o grão foi apenas um exemplo da grandiosidade (e perfeição) de TODAS as coisas que compõem TUDO.
(redobrar a atenção nesta parte)
Então você pega esse grão e dá um zoom out, e vê você, seu corpo; e se você ver seu corpo com zoom in, qualquer célula meramente conhecida de sangue, saliva ou pele e entrar mais e mais na visão você verá todos os átomos e particulas como coisas gigantescas e complexas. MAS elas são só partes minúsculas de você, que É na verdade uma coisa minúscula num planeta gigante, cheio de gente e coisas igualmente complexas como você; mas que na verdade é também um planeta minúsculo num universo gigante e complexo em cada minúsculo detalhe, e que por fim não passa de só um pedaço de universo em determinado tempo e espaço com infinitas variações de planetas e muitas outras coisas além de nossa mísera compreensão ou sequer imaginação.E eu não falo só em profundidade das coisas, eu falo em vastidão, enquanto falam em 3D, 4D, ou pqpD eu falo em TODAS as dimensões, a beleza, perfeição e complexidade de todas as coisas do universo inclusive dele em si, se divergem para todas as dimensões, sem espaços nulos. Imagine como uma explosão que espalha pedaços do que houver para todos os lados, porém mais forte e mais completo.
A moral?
A moral é que o universo é perfeito, e tudo que tem que ser, será; ele vai cuidar de tudo para nos guiar.
Essa vida mediocre e limitada é só um estágio de nossas vidas e do mundo.
E a gente sempre vai dar um jeito, porque há um plano maior e perfeito.
E cara, eu vi a perfeição. É linda.
E se ja foi difícil explicar tudo isso, sobre a perfeição eu me abstenho; porque ela simplismente transcende qualquer tentativa de explicação.
Mas enfim. Relaxa, vai dar tudo certo.
Claro que ainda devemos nos esforçar em nossas rotinas triviais, o progresso é nescessário, e mesmo que nosso esforço seja meramente social (ter um emprego, uma família, uma casa, cortar o cabelo e tal.) o universo sempre da um jeito de nos ensinar o que é realmente importante na vida para a evolução.
Não se passaram nem 200 mil anos de vida da humanidade; e sempre houve o progresso cientifico e tal, mas nós ainda temos muito a aprender sobre como tratar uns aos outros e como tratar a natureza. E isso ainda vai levar milhões de anos.
E nós vamos superar tudo, porque a gente ja superou muita coisa, meteoritos e ataques nucleares talvez sejam episódios nescessários para a o longo processo de evolução à evolução e enfim à perfeição.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
As melhores coisas do mundo
por Kenny.
(ã, óbvio. euheuhe)
(porque eu adoro listas, lá vai:)1. Uma boa história (lida, ouvida, ou assistida);
2. Harmonia sonora;
3. Uma bela paisagem orgânica.
4. Meu maninho;
5. Animais fofinhos de pêlo macio;
6. Um sexo bem feito;
7. Sorvete, cerveja, suco de cupuaçu e pipoca (e frutas);
8. Pessoas que te fazem rir e/ou esquecer os problemas;
9. Confiança em si próprio;
10. Água;
o resto é subproduto.
meu maninho
Animal fofinho de pêlo macio
Nada mais vai me ferir, é que eu ja me acostumei com a estrada errada que eu segui, com a minha própria lei (:
domingo, 17 de fevereiro de 2013
I'm my own worst enemy
Eu não tenho mais forças para pedir desculpas
Todas as pessoas que eu tenho desapontado recentemente, de qualquer forma e gravidade, por ter adiado em cima da hora, ou por simplismente não ter ido, por ter dito alguma coisa ou agido de alguma forma, por qualquer desagrado; só fazem eu ter vontade de não querer conheçer mais ninguém, para não desapontar mais ninguém.
Queria sempre poder deixar bem claro pra todo mundo: não confiem nenhum pouco em mim, eu não sou legal, e logo eu vou te desapontar.
E mesmo que eu peça desculpa mais uma vez pra essas pessoas, eu sei que em pouco tempo estaremos na mesma situação novamente.
E eu sei que pra muitas pessoas o meu pedido de desculpa tem pouco valor mesmo, e a resposta é um tanto faz; mas na verdade eu não posso deixar de me sentir igualmente culplada, e é mais uma coisa que soma a minha tristeza.
Se isso consola alguém: pior do que você desapontado por mim ás vezes, sou eu mesma comigo.
E cada vez mais em quero me esconder em qualquer lugar pequeno, ou estar em qualquer lugar longe, como se aquilo fosse minha morte para as pessoas; ou dormir, como se aquilo fosse a minha morte para mim.
Mas eu não quero ter que pedir mais nada, eu não quero ter que fazer ou falar qualquer coisa; eu não quero mais nada.
Todas as pessoas que eu tenho desapontado recentemente, de qualquer forma e gravidade, por ter adiado em cima da hora, ou por simplismente não ter ido, por ter dito alguma coisa ou agido de alguma forma, por qualquer desagrado; só fazem eu ter vontade de não querer conheçer mais ninguém, para não desapontar mais ninguém.
Queria sempre poder deixar bem claro pra todo mundo: não confiem nenhum pouco em mim, eu não sou legal, e logo eu vou te desapontar.
E mesmo que eu peça desculpa mais uma vez pra essas pessoas, eu sei que em pouco tempo estaremos na mesma situação novamente.
E eu sei que pra muitas pessoas o meu pedido de desculpa tem pouco valor mesmo, e a resposta é um tanto faz; mas na verdade eu não posso deixar de me sentir igualmente culplada, e é mais uma coisa que soma a minha tristeza.
Se isso consola alguém: pior do que você desapontado por mim ás vezes, sou eu mesma comigo.
E cada vez mais em quero me esconder em qualquer lugar pequeno, ou estar em qualquer lugar longe, como se aquilo fosse minha morte para as pessoas; ou dormir, como se aquilo fosse a minha morte para mim.
Mas eu não quero ter que pedir mais nada, eu não quero ter que fazer ou falar qualquer coisa; eu não quero mais nada.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Bem sem querer
Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
seria uma cena bonita, se não fosse comigo
E ainda estou confuso, só que agora é diferente:
o bairro deserto, minha bicicleta rangindo, aquele gato no muro
Sou tão tranquilo e tão contente.
ofegante, mas cantando em voz alta.
Quantas chances desperdicei quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém.
preciso sair dessa cidade
Me fiz em mil pedaços
eu estaria sendo usada se não estivesse usando?
Pra você juntar
não, ele é gentil.
E queria sempre achar explicação pro que eu sentia.
mas não me convence com aquele jeito de imune a sentimentos
Como um anjo caído fiz questão de esquecer
ele não é uma excessão. Ninguém é.
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira,
eu acho que acabo de perceber que talvez eu não seja uma aberração completa
Mas não sou mais tão criança a ponto de saber tudo.
eu não sou tudo isso.
Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
eu não seria assim se eles não fizessem eu me sentir assim
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito!
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos!
minha maior experiencia de reciprocidade é com as estrelas
Sei que, às vezes, uso
Palavras repetidas,
é um bom compensador
Mas quais são as palavras
e essa brisa...
Que nunca são ditas?
eles me tratam feito cachorro.
Me disseram que você
Estava chorando
não é nem sempre o que eles dizem
E foi então que eu percebi
mas é sempre como eles dizem
Como lhe quero tanto.
Já não me preocupo se eu não sei por que.
Estou chegando em casa
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
Ser estrangeira na casa que cresci
E eu sei que você sabe, quase sem querer
mas nem acredito que seja proposital.
Que eu quero o mesmo que você.
E quando se está triste, não existem amigos.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Don't make me choose
Você pode propôr uma escolha entre dois itens em prol de uma boa conversa, mas se pararmos pra pensar, pra que escolher entre um dos dois?
Ambos vem e vão, é inevitável, e tem sua beleza.
O dia tem o movimento, crianças correndo, cumprir o ofício pra se orgulhar e ser útil pra sociedade, é tudo mais visível, logo mais palpável, logo mais acessível, dinâmico.
A noite é misteriosa e traz junto a solidão nescessária, o pensamento introspectivo, menos visão e mais audição e tato; mas pode ser também uma noite de farra com os amigos com muitas risadas garantidas.
Por isso eu fico com o crepúsculo que diz o dia ta acabando mas ainda há; e o amanhecer que é quase um renascimento. Ambos me remetem uma nostalgia e uma felicidade discreta.
Assim como o verão é piscina, praia, frutas galadas, vestir camiseta e chinelo de dedo, os dias mais longos pra aproveitar mais, viver mais. Se espreguiçar.
O inverno é lareira e família, mais TV, chocolate/café/chá quentinho, com toca e manta que dão aquele ar aconchegante, dormir mais cedo abraçado por um amontoado de cobertas. Bocejar (e ver o vapor da nossa respiração contra a luz).
Praia ou campo, cão ou gato, infância, maturidade, e velhice; tudo tem o seu valor, e tudo pode ser incrível se você quiser (e parar de reclamar).
Assim como as minúsculas particulas que compõem tudo muito além dos nossos olhos, está o vasto universo com números gigantescos de difícel compreensão. E o que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima, tudo é duplo, os extremos se tocam e tudo passa e depois volta, e passa, e volta de novo e de novo; ainda bem.
Ambos vem e vão, é inevitável, e tem sua beleza.
O dia tem o movimento, crianças correndo, cumprir o ofício pra se orgulhar e ser útil pra sociedade, é tudo mais visível, logo mais palpável, logo mais acessível, dinâmico.
A noite é misteriosa e traz junto a solidão nescessária, o pensamento introspectivo, menos visão e mais audição e tato; mas pode ser também uma noite de farra com os amigos com muitas risadas garantidas.
Por isso eu fico com o crepúsculo que diz o dia ta acabando mas ainda há; e o amanhecer que é quase um renascimento. Ambos me remetem uma nostalgia e uma felicidade discreta.
Assim como o verão é piscina, praia, frutas galadas, vestir camiseta e chinelo de dedo, os dias mais longos pra aproveitar mais, viver mais. Se espreguiçar.
O inverno é lareira e família, mais TV, chocolate/café/chá quentinho, com toca e manta que dão aquele ar aconchegante, dormir mais cedo abraçado por um amontoado de cobertas. Bocejar (e ver o vapor da nossa respiração contra a luz).
Praia ou campo, cão ou gato, infância, maturidade, e velhice; tudo tem o seu valor, e tudo pode ser incrível se você quiser (e parar de reclamar).
Assim como as minúsculas particulas que compõem tudo muito além dos nossos olhos, está o vasto universo com números gigantescos de difícel compreensão. E o que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima, tudo é duplo, os extremos se tocam e tudo passa e depois volta, e passa, e volta de novo e de novo; ainda bem.
domingo, 28 de outubro de 2012
DESROBOTIZE-SE
Seja seguir um caminho alternativo para chegar em casa, conheçer um lugar novo na sua cidade, olhar o cenário de todos os dias com um pouco de atenção, ouvir uma música de outro gênero, dar um susto em alguém.
Para as meninas: fazer uma maquiagem diferente.. ou não usar maquiagem, para os rapazes mudar a barba.. Para os emburrados parar de reclamar, para as rígidas fugir da dieta...
Deixar de tomar banho por um dia...
Roubar um chiclé do mercado, dar uma esmola, cantar uma música em voz alta na rua, dar um grito DO NADA, subir em uma árvore, tomar iniciativa na trova, desafiar alguém, aceitar um desafio absurdo, dançar uma música ridícula (pode ser na frente do espelho, mas melhor se for na frente dos teus amigos que vão te arriar pra sempre), aceitar um convite quando 'não dá', brincar de imaginar, fazer uma visita surpresa, comer shampoo..
Qualquer coisa sem sentido, qualquer coisa que não seja normal para si. Qualquer coisa que te lembre que nós só deixamos de ser crianças porque paramos de brincar, e não porque crescemos..
Surpreender a si mesmo sendo impulsivo; acho que só consigo dizer que simplismente... Vale a pena.
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."
Eu desafio você a nos próximos dias fazer alguma coisa que você nunca fez na vida, ou que não faz a muito tempo.
Ok, agora é a hora que eu desejaria ser influente e fosse levada a sério. Mas antes de descartar a possibilidade; Porque não?
It's summer time fun, relax and stay young
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
God bless America
Não sou de postar resenhas e opiniões sobre obras, quaisquer que sejam, mas não posso deixar de comentar esse filme: God bless America.

Encontrei nesse blog a melhor resenha das que procurei, e aconselho ler quem se interessar, pois não é minha intenção resumir o filme, mas sim comenta-lo.
Resumidamente é uma crítica a alienação dos dias atuais influenciado pela mídia.
Dissecando o assunto é um foda-se para todos os clichês, fricotes e futilidades dos dias atuais. A critica vai da dependência das pessoas em compartilhar tudo virtualmente sem prestar atenção ao que se está vivendo, à falta de autoridade dos pais, criando pessoas totalmente mimadas e manipuladoras.
Critica o patriotismo forçado dos Estados Unidos, e de forma indireta o fanatismo cego a todos os lugares e com todas as coisas. A alienação de quem não pensa e só assiste. Mostra a hipocrisia em usar o 'santo nome' para menosprezar minorias como 'Deus odeia gays'. Mas principalmente mostra o egoísmo das pessoas, que se manifesta de formas diferente em cada pessoa, o conformismo em agradar somente a si próprio quando bem entende: a conheçida 'má-educação' E todas as críticas vem acompanhadas de chumbo. Super digno, concordo que gente futil não merece mais do que uma bala no peito.
O legal é que mesmo com todas essas criticas é um filme leve, engraçado (sem ser bobo) e bonitinho.
O que cativa é o desapego dos personagens: Frank mata quase com tédio como quem está fazendo um favor antes a si, e depois a sociedade (e de fato está); e Roxy mata empolgada em botar a 'mão na massa' e se vingar dos autores das porcarias que ela vê por onde anda
A idéia original me lembra Mickey e Mallory Knox que também matavam sem pensar no amanhã. Mesmo que os personagens de Assassinos por Natureza sejam mais impulsivos, em ambos os filmes eu vejo pureza nos assassinatos. A pureza de não estar fazendo algo com maldade, quase tão natural quanto matar uma formiga.
Enfim, muitas idéias e comportamentos que me desagradam foram baleados nesse filme, e assim me agradou. Favoritei, reassistirei, e recomendo! (:

Encontrei nesse blog a melhor resenha das que procurei, e aconselho ler quem se interessar, pois não é minha intenção resumir o filme, mas sim comenta-lo.
Resumidamente é uma crítica a alienação dos dias atuais influenciado pela mídia.
Dissecando o assunto é um foda-se para todos os clichês, fricotes e futilidades dos dias atuais. A critica vai da dependência das pessoas em compartilhar tudo virtualmente sem prestar atenção ao que se está vivendo, à falta de autoridade dos pais, criando pessoas totalmente mimadas e manipuladoras.
Critica o patriotismo forçado dos Estados Unidos, e de forma indireta o fanatismo cego a todos os lugares e com todas as coisas. A alienação de quem não pensa e só assiste. Mostra a hipocrisia em usar o 'santo nome' para menosprezar minorias como 'Deus odeia gays'. Mas principalmente mostra o egoísmo das pessoas, que se manifesta de formas diferente em cada pessoa, o conformismo em agradar somente a si próprio quando bem entende: a conheçida 'má-educação' E todas as críticas vem acompanhadas de chumbo. Super digno, concordo que gente futil não merece mais do que uma bala no peito.
O legal é que mesmo com todas essas criticas é um filme leve, engraçado (sem ser bobo) e bonitinho.
O que cativa é o desapego dos personagens: Frank mata quase com tédio como quem está fazendo um favor antes a si, e depois a sociedade (e de fato está); e Roxy mata empolgada em botar a 'mão na massa' e se vingar dos autores das porcarias que ela vê por onde anda
Enfim, muitas idéias e comportamentos que me desagradam foram baleados nesse filme, e assim me agradou. Favoritei, reassistirei, e recomendo! (:
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Um dia normal.
Eu vou acordar e comer pão caseiro com mumu, um copo de leite, e uma banana.
E depois do alongamento, vou cumprir minhas obrigações.
Para ir trabalhar visto meu uniforme: é de lycra, coladinho, azul e com uma saia por cima estampada de via láctea; precisa ser confortável afinal meu emprego é totalmente prático. Saio de bicicleta exercer minha função de super-heroína da minha cidade: lutando a favor dos fracos e oprimidos, das pessoas mais velhas, dos animais, das causas ambientais, e meio hobin hood eu roubo dos ricos e dou para os pobres.
Eu brinco no recreio com aquela criança que não tem amigos, tiro um espinho da pata de um animal, sorrio para a menina triste.
E quando eu voltar pra casa, serei recebida da melhor maneira possível do mundo: eles virão correndo afobados (sejam quantos eles forem), com linguas de fora, e rabos abanando feneticamente, pulam e lambem, disputam o movimento da minha mão em seus pêlos macios.
A minha casa não importa muito, quero um colchão no chão, um radinho, geladeira e fogão.
Mas que tenha um vasto pátio para os meus amigos caninos brincarem.
E também na minha casa sempre vai ter lugar pra acolher um amigo, e vai sempre ter um amigo pra mim acolher. E nós vamos conversar sobre o presente, lembrar do passado e inventar o futuro, comer pipoca e rir até doer a barriga. Eu quero todos os amigos que eu posso ter; e eu vou ter todos os amigos que quiserem ser.
Se o sol raiar eu tomo banho de mangueira, se chover, banho de chuva.
E se qualquer coisa me ferir, eu ando de balanço.
E se eu ficar cansada, eu deito na grama e assisto as nuvens.
No final da tarde vou ler um livro na rede. A brisa é leve, e eu também.
E depois do alongamento, vou cumprir minhas obrigações.
Para ir trabalhar visto meu uniforme: é de lycra, coladinho, azul e com uma saia por cima estampada de via láctea; precisa ser confortável afinal meu emprego é totalmente prático. Saio de bicicleta exercer minha função de super-heroína da minha cidade: lutando a favor dos fracos e oprimidos, das pessoas mais velhas, dos animais, das causas ambientais, e meio hobin hood eu roubo dos ricos e dou para os pobres.
Eu brinco no recreio com aquela criança que não tem amigos, tiro um espinho da pata de um animal, sorrio para a menina triste.
E quando eu voltar pra casa, serei recebida da melhor maneira possível do mundo: eles virão correndo afobados (sejam quantos eles forem), com linguas de fora, e rabos abanando feneticamente, pulam e lambem, disputam o movimento da minha mão em seus pêlos macios.
A minha casa não importa muito, quero um colchão no chão, um radinho, geladeira e fogão.
Mas que tenha um vasto pátio para os meus amigos caninos brincarem.
E também na minha casa sempre vai ter lugar pra acolher um amigo, e vai sempre ter um amigo pra mim acolher. E nós vamos conversar sobre o presente, lembrar do passado e inventar o futuro, comer pipoca e rir até doer a barriga. Eu quero todos os amigos que eu posso ter; e eu vou ter todos os amigos que quiserem ser.
Se o sol raiar eu tomo banho de mangueira, se chover, banho de chuva.
E se qualquer coisa me ferir, eu ando de balanço.
E se eu ficar cansada, eu deito na grama e assisto as nuvens.
No final da tarde vou ler um livro na rede. A brisa é leve, e eu também.
Final de semana vou visitar meus pais e meu maninho, levo contido nos meus braços carinho para quando eu abraçar eles, eles sintam o quanto eu gosto deles já que eu não consigo expressar com palavras.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
The feeling like wherever you are, or anything you are doing, you feel lost.
This draw means everything you did, and everything you'll do, you know you will never fit in.
In this world with all this people, you talk, you smile for a lot of then, you pretend to be ok when you are not, but you hug sincerely everyone who crosses you way.
You go crazy listening music, you go down when you think about him, and you breath hope when you see a tree.
You can't stand injustice, or waste, but you stand it everyday; you feel pity about the poor people, or animals, and this agony could kill you, I wish it did.
I wanna runnaway, but any place would solve.
And so it's night, on my roof, maybe in my garden, or maybe in the street (and I'm drunk again) and I see the Moon. I feel this energy. I could stare She for all night long.
THE MOON.
In the school times, everyday when I went back home, She was already waiting for me.
And we used to talk, sometimes for hours.
I haven't anyone else for do it, and I don't even wanted someone pretending to care about my stuff, or analyzing me. So She just listened me patiently, and in the end She give me a sincerely advice.
With ALL his beauty, She taught me more than so many people.
(and She taught me not to care about loneliness)
(and She taught me not to care about loneliness)
She has been always so good to me.
How many far of the people, and away of the noise, I felt more comfortable with her.
That was when I could hear her better (and I can).
So She told me how was there, where She live.
And seemed to me, so similar with where I live.
My personal world.
Just emptiness.
I traveled, I grow up, life screw it up with me, and break my heart.
And She was always there, every night. She never changed, She never disappointed me, She never seem to be disappointed with me, when I did wrong stuff.
And I know She will be always there ready to listen me.
And I know that everywhere I'll be, and anyone I'm with, I would change everything to be with her.
And feel at home.
''Aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.''
mais.
mais.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
I hope you get your dreams
A esperança chega em mim pelos ouvidos, bem assim:
You're gonna find yourself some where, somehow.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Carpe Diem, daqui a pouquinho.
Esses dias lindos que tem dado na minha cidade, faz realmente parecer que o fim do mundo está próximo, e nem é só porque eles são totalmente inapropriados com a estação: parece que a brisa suspira: viva a sua vida, faça o que você gosta, APROVEITE hoje e agora, é a sua ultima oportunidade de fazer valer a pena, hoje e agora esteja com quem você gosta. É uma sede urgente e desesperada por movimento e diversão.
Mas ta todo mundo ocupado trabalhando, estudando, comprando, correndo pra lá e pra cá, com sono, descendo a barra da timeline com a cabeça escorada na mão.
Esperando e adiando.
Que agonia.
Vou pegar minha bicicleta e ir num parque andar de balanço!
Mas ta todo mundo ocupado trabalhando, estudando, comprando, correndo pra lá e pra cá, com sono, descendo a barra da timeline com a cabeça escorada na mão.
Esperando e adiando.
Que agonia.
Vou pegar minha bicicleta e ir num parque andar de balanço!
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Tomando uma decisão:
Legenda: coroa: sim / cara: não.
*joga a moeda*: Coroa.
*tenso. pensa*
''Eu devo confiar em uma moeda?''
*joga a moeda*: Cara.
Ta. E agora?
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Day 8: Favorite Animated Caracter
Shrek, o primeiro filme, não saiu no cinema. Eu catei na locadora aquele ogro verde, uma princesa, um burro e um dragão malvado (?!) no fundo; e no primeiro filme eu virei super-fã. Era época de Harry Potter, e todo mundo querendo ver a continuação da saga, inclusive eu, mas eu fiquei feliz mesmo foi em ver Shrek (e enciumada, porque ninguém conheçia o filme um, mas todos queriam ver o dois u_u).
Eu criança, ja desenvolvia meu complexo de inferioridade e achei demais a história de um personagem torto, feio, e estranho, e parece exagero dizer, mas eu me identifiquei. Quando os outros ao redor são legumes, frutas, ou um bolo, o Shrek é uma cebola, e não adianta teimar.
Eu criança, ja desenvolvia meu complexo de inferioridade e achei demais a história de um personagem torto, feio, e estranho, e parece exagero dizer, mas eu me identifiquei. Quando os outros ao redor são legumes, frutas, ou um bolo, o Shrek é uma cebola, e não adianta teimar.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Day 7: Favorite Movie
Favorite movie pra mim é assunto sério, e mesmo que só comigo mesma, muito polêmico. hahaha.
Como escolher um, entre vários filmes incríveis? O fabuloso destino de Amelie Poulain, Na natureza Selvagem, Brilho Eterno de uma mente sem lembranças, Requien, CLUBE DA LUTA, e até mesmo alguns meio trash, ou clássicos da sessão a tarde.
Mas eu sei que por alguns detalhes Across the Universe se destaca entre eles:
Imagine os anos 60, e imagine jovens confusos com a guerra, acrescente ideais de liberdade, uma pitada de romance, e como se não bastasse use somente músicas dos Beatles na trilha sonora. E estará pronto um filme para deleite dos olhos e dos ouvidos.
E por isso, eu logo desenhei sobre este filme, mas deixei a 'arte final' pra lá; e assim se passaram várias semanas, até que um dia com a visita de uma amiga, decidimos assitir um filme, e como ela ainda não tinha assitido não me importei nenhum pouco de assitir um dos concorrente de novo:
E assim que eu assisti, eu fiquei na duvida. Natural Born Killer é um filme a respeito de um casal que se conheçe e decide sair pelo país matando quem estiver pela frente. Eu vejo um filme sobre amor puro, profundo, e paixão verdadeira, e também revolta, traumas e assassinato. Do meu ponto de vista eles estão fazendo um favor ao mundo que esta cheio de gente estúpida, podre e ingrata.
''Wherever we go, whatever happens, Mickey, when I look up at the stars, I'll know you'll be lookin' up at the same ones.''
''It's just murder. All God's creatures do it. You look in the forests and you see species killing other species, our species killing all species including the forests, and we just call it industry, not murder.''
Enfim. No final das contas, pintei, assinei, e postei os dois, super dignos.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Be.li(e)ve.
Eu acredito em extraterrestre, em fantasmas, lobisomens, mágica, milagre, mediunidade, Deuses, Diabos, telepatia, super poderes, reencarnação, paraíso, inferno, acredito nas religiões, na ciência, na natureza, e em mim.
Mas eu não acredito nas pessoas, e no amor.
Mas eu não acredito nas pessoas, e no amor.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Coisas que precisam ser ditas, mas não nescessariamente ouvidas
Eu olho o céu no meu tom de azul favorito e me sinto tão estúpida por estar triste.
A grama que eu estou deitada sussura 'vai passar'.
Meu cachorro, deitado ao meu lado, de olhos cerrados, fazendo gracinhas sem saber, me diz que não tem importância...
Ontem era um pedra no meu estômago, raiva, de um jeito que eu nunca desejei tanto mal pra uma pessoa; e depois de tê-lo matado de tantas formas diferentes, nessa minha noite conturbada, onde acoradava com meus gemidos e minhas cobertadas bagunçadas, agora fica a triteza, como um resfriado.
Vai passar.
E tudo vai continuar.
Da minha parte agora, além de orgulho, frieza extrema.
A frieza que eu via nele, está em mim agora. Eu sei que frieza não é uma coisa boa, você deixa de ver os detalhes, e as pequenas coisas bonitas, pra se manter naquele status de que não se importa com 'essas coisas'.
E se eu ja me importava pouco, agora não me importo com mais nada.
Não me importo nem mais com o arrependimento de ter tentado.
Ok. essas coisas não são pra mim. Nunca tive problemas com isso, até você chegar, mas vai passar.
(até porque o erro foi todo meu)
Da parte dele vai continuar tudo bem como sempre esteve, melhor agora com a sua nova namorada mais bonita e mais inteligente do que eu.
Nem tive a oportunidade de dizer pra ele como eu acho tosco esse tipo de relacionamento, de pessoas que eram amigas, e por comodidade, por tédio da vida, resolvem ficar juntas.
A grama que eu estou deitada sussura 'vai passar'.
Meu cachorro, deitado ao meu lado, de olhos cerrados, fazendo gracinhas sem saber, me diz que não tem importância...
Ontem era um pedra no meu estômago, raiva, de um jeito que eu nunca desejei tanto mal pra uma pessoa; e depois de tê-lo matado de tantas formas diferentes, nessa minha noite conturbada, onde acoradava com meus gemidos e minhas cobertadas bagunçadas, agora fica a triteza, como um resfriado.
Vai passar.
E tudo vai continuar.
Da minha parte agora, além de orgulho, frieza extrema.
A frieza que eu via nele, está em mim agora. Eu sei que frieza não é uma coisa boa, você deixa de ver os detalhes, e as pequenas coisas bonitas, pra se manter naquele status de que não se importa com 'essas coisas'.
E se eu ja me importava pouco, agora não me importo com mais nada.
Não me importo nem mais com o arrependimento de ter tentado.
Ok. essas coisas não são pra mim. Nunca tive problemas com isso, até você chegar, mas vai passar.
(até porque o erro foi todo meu)
Da parte dele vai continuar tudo bem como sempre esteve, melhor agora com a sua nova namorada mais bonita e mais inteligente do que eu.
Nem tive a oportunidade de dizer pra ele como eu acho tosco esse tipo de relacionamento, de pessoas que eram amigas, e por comodidade, por tédio da vida, resolvem ficar juntas.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Day 6: Favorite Book.
Então! Vergonhoso dizer que a minha demora para este desenho não foi só preguiça... Mas também que.. Eu não tenho um livro favorito -.-
CONFESSO.
Confesso que não li muitos livros, certamente que li vários, e muitos bem bons. Mas não posso defender um livro como meu favorito, usando o mesmo tom que uso ao dizer 'minha banda favorita' ou 'minha série favorita', porque apesar de, como disse, ter lido alguns livros bons, não foi AQUILO. Já chorei e ri muito, e me encantei lendo alguns, que foram algumas das opções para se desenhar aqui: Luna Clara e Apolo Onze, Meu pé de laranja lima, Harry Potter, Melancia, etc..
(nenhum com muito em comum com o outro..)
Fiquei com Desventuras em série, que não é meu livro (série de livros) favorito, mas mesmo assim foram livros que na época (faz tempo) me prenderam: os infortúnios dos espertos irmão Baudelaire sempre fugindo das garras do cruel e incansável Conde Olaf.
É uma série de doze livros, cheia de histórias azaradas e sem pé nem cabeça. Ideal para se ler aos 13 anos.
CONFESSO.
Confesso que não li muitos livros, certamente que li vários, e muitos bem bons. Mas não posso defender um livro como meu favorito, usando o mesmo tom que uso ao dizer 'minha banda favorita' ou 'minha série favorita', porque apesar de, como disse, ter lido alguns livros bons, não foi AQUILO. Já chorei e ri muito, e me encantei lendo alguns, que foram algumas das opções para se desenhar aqui: Luna Clara e Apolo Onze, Meu pé de laranja lima, Harry Potter, Melancia, etc..
(nenhum com muito em comum com o outro..)
Fiquei com Desventuras em série, que não é meu livro (série de livros) favorito, mas mesmo assim foram livros que na época (faz tempo) me prenderam: os infortúnios dos espertos irmão Baudelaire sempre fugindo das garras do cruel e incansável Conde Olaf.
É uma série de doze livros, cheia de histórias azaradas e sem pé nem cabeça. Ideal para se ler aos 13 anos.
Klaus, Sunny, e Violet Baudelaire
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Day 5: Best Friend.
Bom. Não poderia desenhar nada diferente do que as quatro pessoas que alternadamente e principalmente juntas, estiveram comigo desde antes de eu me descobrir gente com opinião e atitude.
Assim como também dou mérito a elas por isso, que me influenciaram, me ajudaram, e me criticaram, por que amigo também discorda.
Nós sempre estudamos na mesma escola, e nos alternávamos em 'melhores amigas' e lá pela sétima série nos concretizamos como um grupo unido (:
Detalhes não interessam. Interessa que com elas eu conheçi um ótimo motivo para me sentir feliz: ter amigos de verdade. De verdade.
As quais eu me sinto sempre absolutamente confortável; com elas que eu do risada até doer a minha barriga. E são elas que eu procurarei em um reflexo de desespero, assim como ja precisei..
Ja tivemos fases difíceis, logo que percebemos como nos tornamos diferentes com o passar dos anos, assim como o tempo e distância tentaram nos separar, e foi incrível superar isso, e ver que o que há de bom é mais forte. Provando que dificuldades aparecem para fortalecer laços, e se o laço se rompeu, nada de relevante foi perdido.
Enfim, minhas melhores amigas, com seus defeitos e qualidades: Andessa, Simone, Joana e Márcia.
Desde sempre, para sempre, com certeza (:
Assim como também dou mérito a elas por isso, que me influenciaram, me ajudaram, e me criticaram, por que amigo também discorda.
Nós sempre estudamos na mesma escola, e nos alternávamos em 'melhores amigas' e lá pela sétima série nos concretizamos como um grupo unido (:
Detalhes não interessam. Interessa que com elas eu conheçi um ótimo motivo para me sentir feliz: ter amigos de verdade. De verdade.
As quais eu me sinto sempre absolutamente confortável; com elas que eu do risada até doer a minha barriga. E são elas que eu procurarei em um reflexo de desespero, assim como ja precisei..
Ja tivemos fases difíceis, logo que percebemos como nos tornamos diferentes com o passar dos anos, assim como o tempo e distância tentaram nos separar, e foi incrível superar isso, e ver que o que há de bom é mais forte. Provando que dificuldades aparecem para fortalecer laços, e se o laço se rompeu, nada de relevante foi perdido.
Enfim, minhas melhores amigas, com seus defeitos e qualidades: Andessa, Simone, Joana e Márcia.
Desde sempre, para sempre, com certeza (:
KIWI!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Foda-se, exploda-se.
I recommend getting your heart trampled on to anyone
I recommend walking around naked in your living room.
Eu que sempre fui tão fria quanto a isso, eu que sempre planejei que isso não aconteceria comigo; eu temia isso, só de imaginar como poderia ser, e agora eu vejo como é ainda pior do que eu imaginava, essa sensação.
Eu sabia que eu era uma pessoa fraca (quanto a isso) e devia me manter longe dessas coisas.
Eu que nunca fui acostumada com (me anoja escrever isto).. 'carinho'.
Eu não sou uma pessoa muito boa, e cresci ouvindo meu pai dizer: 'tu ainda vai sofrer muito na vida'.
Eu estufava o peito, e pensava 'QUE VENHA O QUE FOR'. Mas eu não imaginava isso.
E agora eu choro, e grito, e esperneio, no sentido mais dramático, doentio e natural. Eu não imaginei que eu chegaria a esse ponto.
Eu nunca gostei muito de mim, mas ainda assim tentei ser prioridade na minha vida. E hoje fico tão surpresa quanto triste ao admitir que eu FARIA QUALQUER COISA para ter tal pessoa. E que não a ter é um excelente motivo para não querer viver. Eu nunca quis muito mesmo..
Assim, dramático e patético que nem eu chingava nas novelas: 'Que mulher OTÁRIA, correndo atrás de um homem, não tem amor prórprio?!?! SEGUE EM FRENTE!'
Eu que sempre tiro lição das coisas, que respiro fundo e fecho os olhos pra sentir prazer em estar viva, que acho que tudo tem uma razão, e que temos que aprender com as coisas da vida, só quero gritar (e grito): EU DESISTO!
Eu não quero aprender essa lição! Prefiro viver na ignorancia e na frieza de não conheçer nada a disso. Prefiro não sorrir o resto da vida, a continuar nesse choro, nesses gritos, nesses soluços, que são tantos que me fazem querer vomitar.
Eu que nunca chorei muito na vida, quando eu era ainda mais criança, antes de chorar; eu me batia.
Há quem diga que eu preciso de um psicólogo, há quem diga que eu preciso de um namorado, há quem diga que eu preciso da palavra de Cristo, e eu sei que todos diriam: vai passar.
Eu que sempre disse pros outros: vai passar.
Ganhei um tapa na cara, do destino.
Um tapa estralado, e debochado, que gritou: 'HAAAAAAAAAAAAA, ACHOU QUE IA SE SAFAR??'
Eu que sempre disse que o melhor motivo para não gostar de alguém, é se alguém não gosta de ti. (nesse contexto/sentido)
Eu que não aprovava pessoas extremistas digo agora, que eu não quero senitr nada parecido com isso, nunca mais.
Eu que nunca tive esperança quanto a isto, acreditava que isso não existia pra mim, me sinto pó.
Eu que quando descobri isso em mim, por ser tão estranho, e com a idéia de 'vai dar tudo certo, eu sou humana, afinal' acolhi esse sentimento.
Que erro.
Não deu certo.
Eu que sempre desprezei dramas, e cenas, estou dizendo tudo isso. Estou vivendo o maior clichê da humanidade: não ser correspondido.
Eu que odeio clichês.
E que agora cuspo essas palavras com nojo, e desgosto de mim mesma: eu odeio tudo isso.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Day 4: Favorite Place.
Tentei pensar em lugares plausíveis que eu gosto, mas todos eles perderam pra Lua, que me ouve, que me cuida, que me entende.
/aham, forever alone feelings u.u
Eu sempre quis estar lá, sem lei da gravidade, e lei nenhuma.
Essa solidão se tornaria mais concreta, e mais aconchegante.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita, tenho quase certeza que não sou daqui.
/aham, forever alone feelings u.u
Eu sempre quis estar lá, sem lei da gravidade, e lei nenhuma.
Essa solidão se tornaria mais concreta, e mais aconchegante.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita, tenho quase certeza que não sou daqui.
Hm. Pena que uma das ordens que eu mais gostei do drawing challenge eu tenha feito o desenho que provavelmente será o mais feio/sem graça, porque eu simplismente não sei desenhar uma lua bonita ):
terça-feira, 10 de abril de 2012
Day 3: Favorite Food
PUUTZ. Milho é incrível, e deixa qualquer comida que ele esteja acompanhando ou derivando, igualmente incrível :3
Destaques também para a não desenhada POLENTA <3 (frita ou com molho)
Milho é o que há *-*
Destaques também para a não desenhada POLENTA <3 (frita ou com molho)
Milho é o que há *-*
sábado, 7 de abril de 2012
Day 2: Favorite Animal.
Passarinho.
Assim, humilde. Não é águia, falcão ou gavião, lindos e fortes. É passarinho simples e discretos.
O importante é voar, que deve ser entre todas as coisas possíveis, impossíveis, e imaginárias, a coisa mais legal do mundo. Remete principalmente a liberdade, mas também tem desapego, despreocupação, leveza, observação, solidão.
Voar parece só viver. Se eu pudesse voar, eu não iria querer mais nada da minha vida, só viver; me manter viva para poder voar, e ficar olhando as coisas bonitas, e as coisas acontecendo, pensar, e cantar.
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